A arquitectura bioclimática consiste no desenho dos edifícios tendo em consideração as condições climáticas, utilizando os recursos disponíveis na natureza (sol, vegetação, chuva, vento) para minimizar os impactos ambientais e reduzir o consumo energético.
Uma casa bioclimática pode conseguir grandes economias de energia e inclusive ser sustentável no seu todo. Embora presentemente o custo da construção possa ser elevado, o investimento deste tipo de construção pode ser compensado com o decréscimo de gastos em energia. O facto de hoje em dia a construção não ter em conta a arquitectura bioclimática deve-se ao pouco respeito que os países desenvolvidos e em desenvolvimento têm pelo ambiente, não accionando os meios que têm ao ser dispor para travar o desastre ecológico que se advém.
Embora pareça um conceito novo de arquitectura, é tradicionalmente utilizado desde antiguidade, como por exemplo no desenho das cidades romanas de acordo com a orientação solar, nas casas caiadas no Sul de Portugal ou os pátios interiores de origem árabe.
Projeto Caixa Casa Selo Azul
Ao criar o Selo Casa Azul, a Caixa pretendeu incentivar o uso racional de recursos naturais na construção de empreendimentos habitacionais, reduzir o custo de manutenção dos edifícios e as despesas mensais de seus usuários, bem como promover a conscientização de empreendedores e moradores sobre as vantagens das construções sustentáveis.
O Selo se aplica a todos os tipos de projetos de empreendimentos habitacionais, propostos à Caixa para financiamento, ou nos programas de repasse. Empresas construtoras, poder público, empresas públicas de habitação, cooperativas, associações e entidades representantes de movimentos sociais podem se candidatar a receber o Selo.
A iniciativa se soma a outras importantes medidas da Caixa, indutoras da produção habitacional com sustentabilidade ambiental, tais como: o uso de madeira com origem legal na construção; o incentivo financeiro para sistemas de aquecimento solar de água nas habitações incluídas no Programa Minha Casa, Minha Vida, destinadas às famílias de mais baixa renda, e a necessária medição individualizada de água e gás nos prédios.
O método utilizado pela CAIXA, para a concessão do Selo, consiste em verificar, durante a análise de viabilidade técnica do empreendimento, o atendimento aos critérios estabelecidos pelo instrumento que estimula a adoção de práticas voltadas à sustentabilidade dos empreendimentos habitacionais.
O Selo Casa Azul CAIXA possui seis categorias: Qualidade Urbana, Projeto e Conforto, Eficiência Energética, Conservação de Recursos Materiais, Gestão da Água e Práticas Sociais.
As categorias são subdivididas em 53 critérios de avaliação. Todas as categorias possuem critérios obrigatórios e critérios de livre escolha. A quantidade de critérios atendidos pelo projeto determinará o nível de gradação obtido Adesão e aplicação
Podem se habilitar ao Selo Casa Azul CAIXA as empresas construtoras, o poder público, empresas públicas de habitação, cooperativas, associações e entidades representantes de movimentos sociais. O selo se aplica a todos os tipos de projetos de empreendimentos habitacionais, apresentados à Caixa para financiamento, ou nos programas de repasse.
O Guia do Selo Casa Azul Caixa pode ser baixado, gratuitamente, no site da Caixa na internet: http://www.caixa.gov.br/ (em Desenvolvimento Urbano/Gestão Ambiental). O guia foi elaborado por uma equipe técnica da Caixa, com vasta experiência em projetos habitacionais e em gestão para a sustentabilidade. O trabalho teve consultoria de um grupo multidisciplinar de professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O mesmo grupo foi encarregado do desenvolvimento da metodologia do Selo, sob a supervisão da equipe da Caixa.
Caixa Econômica Federal entregou no dia 30 de março, em Joinville (SC), o primeiro selo Casa Azul CAIXA - Nível Ouro para o empreendimento Residencial Bonelli, da Rôgga Construtora e Incorporadora. O Selo, lançado em junho de 2010, é o primeiro sistema de classificação da sustentabilidade de projetos, ofertado no Brasil, desenvolvido para a realidade da construção habitacional brasileira.
"Ao conceder o Selo, a Caixa reconhece, publicamente, as medidas adotadas na concepção do projeto de um empreendimento habitacional mais sustentável, e que contribui para melhorar a relação do indivíduo com o meio ambiente em que vive", afirma o gerente nacional de Meio Ambiente da Caixa, Jean Benevides.
O Residencial Bonelli contempla 32 critérios da metodologia de avaliação da sustentabilidade. Localizado em Joinville, possui 45 unidades habitacionais e conta com bicicletário, local para coleta e armazenamento de materiais recicláveis, áreas de lazer e áreas verdes, sistemas economizadores de água e energia e processos para a redução e controle da qualidade dos materiais construtivos.
Além disso, o local do empreendimento não apresenta riscos à saúde do morador e o projeto é inserido em malha urbana, com serviços essenciais próximos, podendo o morador acessar, a pé, áreas de lazer, comércio e outros. O projeto atendeu aos requisitos para o desempenho térmico da edificação, considerando o clima do local, e prevê a flexibilidade com opções de apartamentos variados, adequados às necessidades dos usuários, iluminação e ventilação natural de banheiros e adequação às condições físicas do terreno.
O projeto vai realizar a educação ambiental dos empregados, capacitação para a gestão dos resíduos de construção e demolição (RCD), e a orientação aos moradores, para garantir o bom uso dos componentes e equipamentos previstos. Dentre os critérios opcionais, o projeto prevê o desenvolvimento pessoal e a capacitação profissional dos empregados, inclusão de trabalhadores locais, educação ambiental dos moradores e capacitação para gestão do empreendimento.
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1 Como é que este edifício aconteceu?
ENERGON é a realização da obra vencedora de um concurso de arquitectura (2000)
para edifícios, em conformidade com a norma da casa passiva. O nome é uma combinação
da ENERGIA termos e trígono (= triângulo). O proprietário do edifício é o
"Software AG Stiftung" em Darmstadt, Alemanha. www.sagst.de, ulm.de www.energon.
2. características do conceito da Casa Passiva
• Isolamento térmico excepcional da casca caixa compacta que leses sem calor
através de pontes térmicas
• shell caixa estanque conforto e ventilação contínua com recuperação de calor
• utilização de solar passiva por meio da otimização das fachadas (vidro de 44%)em relação à
energia e do telhado de vidro do átrio
• os requisitos de energia restante de eletrodomésticos eficientes em termos energéticos são satisfeitas por
energias regenerativas
O clima de conforto equilibrado de uma casa passiva é melhorada pela
• A ativação do componente térmica (núcleo de concreto de arrefecimento e de aquecimento)
• externas de duas peças toldos com capacidade de direcionar a luz e um metal perfurado
folha de obturador no telhado de vidro do átrio
• luz de poupança de energia e luz artificial conceitos.
O desenho de todos os recursos foi otimizado com relação à energia e custos
meio de um processo de planejamento integral.
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As contas de vidro que correspondem à 44% da camada envolvente do edifício, as cargas de energia solar são baixas, e, no entanto, o bom uso da luz do dia é garantido. Serve também para ventilação, e para o uso de luz natural.
Todas as salas têm janelas que abrem para o saguão, o átrio que funciona como o pulmão do prédio. A coberta do átrio do edifício também possui aberturas inteligentes, assim como as persianas das janelas que dão para o exterior do edifício, que são capazes de se movimentar de acordo com a captação de luz solar.
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Os visitantes do próprio site do edifício são recebidos com um "Bem-vindo ao futuro". A Fundação Software AG
se vê como o iniciador de um projeto de vanguarda real. Com
8.000 m², a construção do mundo, o maior escritório planejado em conformidade com o padrão de casa passiva se baseia em um sofisticado ventilação conceito, e é fornecido com o frio eo calor proveniente de fontes renováveis fontes, a saber, a partir do solo, e de um aquecimento à distância sistema amplamente baseado em biomassa. O edifício pode satisfazer as demandas dos investidores, e ao mesmo tempo proporcionando conforto dos ocupantes de altura, também apresenta uma arquitetura que atrai uma grande quantidade de atenção.
O conceito de energia eficiente e solução sustentável são características de redução das dimensões do prédio e baixo custo para refrigeração, aquecimento, ventilação, iluminação e manutenção do edifício.
Além da mudança estrutural do prédio possibilita o conforto térmico e visual.
A refrigeração e também o aquecimento provém da energia natural do subterrâneo, lençóis freáticos e da ventilação externa.
O prédio possui uma fachada com tres camadas de vidro que retém o ar quente. Isso possibilita que, somente, o ar fresco passe.
O sistema não contribui para melhorar a qualidade do ar, nem para uma melhor umidificação.
As torres na parte da frente pertencem ao sistema de ventilação.
Um edifício de energia zero, também conhecido como zero de energia líquida (ZNE) de construção, é um termo popular para designar um edifícios de uso com consumo zero de energia líquida e zero emissões de carbono anualmente. Edifícios de energia zero pode ser usado de forma autônoma a partir do fornecimento da rede de energia .A energia pode ser colhida no local geralmente em combinação com as tecnologias de produção de energia, como solar e eólica e reduzir o uso global de energia com climatização extremamente eficientes e tecnologias de iluminação. O princípio de construção da zero-energia é cada vez mais na adopção de práticas, devido aos custos crescentes de combustíveis fósseis tradicionais eo seu impacto negativo sobre o clima do planeta e do equilíbrio ecológico.
Resumo do Edifício:
A situação do projeto | Quatro |
Localização | Lise-Meitner-Strasse 14, Ulm, Baden-Württemberg |
Conclusão | 10/2002 |
Proprietário do edifício | Software AG Stiftung (+ Investidores) |
Área bruta dos pisos | 8.000 m² |
Aquecidos área útil | 6,8 m²
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Área útil (de acordo comEnEV) | 5,658 m² |
Área do piso principal utilizáveis
| 5,412 m² |
Relação | A / V 0,22 m²/m³ |
Aspectos-chave |
A isolação térmica, sistemas de fachada, vidros + janelas, Atrium, planejamento de verão,
Ventilação + de recuperação de calor, refrigeração regenerativa + passiva,
Fotovoltaica
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